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Polícia Penal atua na 11ª fase da Operação Mute contra comunicações ilícitas em unidade prisional de Porto Velho

Redação

A Polícia Penal de Rondônia, em colaboração com o governo estadual, participou na quarta-feira (20) da 11ª fase da Operação Mute. Esta ação nacional, realizada simultaneamente em diversas unidades prisionais do país, teve como foco em Porto Velho a Penitenciária de Médio Porte – Pandinha. O objetivo principal foi intensificar o controle, coibir comunicações ilícitas e desarticular organizações criminosas que atuam tanto dentro quanto fora do sistema prisional.

Coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), a operação em Rondônia envolveu a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e o Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape). As equipes realizaram revistas minuciosas nas celas, utilizando cães farejadores especializados na detecção de entorpecentes, telefones celulares e outros itens proibidos.

Integrada ao programa nacional Brasil Contra o Crime Organizado, a Operação Mute em Rondônia alinha-se às diretrizes da Sejus para aprimorar a segurança, fortalecer a inteligência e consolidar o sistema prisional. A ação contou com a participação de 30 policiais penais.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que os investimentos em segurança pública têm fortalecido a atuação das forças penais e expandido a capacidade operacional do estado. Ele afirmou que a administração tem investido em tecnologia, capacitação e estrutura para robustecer o sistema prisional e assegurar maior segurança à população. Rocha acrescentou que operações como a Mute evidenciam o compromisso das forças de segurança no combate ao crime organizado e na manutenção da ordem nas unidades prisionais.

Carlos Vieira, policial penal federal, enfatizou a relevância nacional da operação e a cooperação entre os estados. Ele explicou que a 11ª fase da Operação Mute ocorre entre 18 e 22 de maio, sendo coordenada pela Senappen em conjunto com as polícias penais estaduais e do Distrito Federal. O objetivo, segundo Vieira, é combater as comunicações ilícitas no sistema prisional, dificultar a atuação de organizações criminosas e fortalecer a segurança pública.

Atuação Integrada

As atividades da Operação Mute são pautadas por protocolos operacionais especializados e estratégias de inteligência, visando ampliar o controle estatal nas prisões. A apreensão de celulares e outros materiais ilícitos é crucial para a diminuição da criminalidade, reforçando a segurança tanto intramuros quanto extramuros.

Marcus Rito, secretário da Sejus, declarou que a atuação integrada fortalece o sistema prisional de Rondônia e otimiza as ações de segurança. Ele ressaltou a essencialidade da integração entre as forças penais e os investimentos estaduais para assegurar operações mais eficazes, e destacou que o trabalho dos policiais penais demonstra compromisso com a ordem, a disciplina e a segurança da sociedade.

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